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Vamos Falar do Projeto Microsoft Honolulu?

O projeto Honolulu foi muito comentado a algum tempo atrás e linkado a uma nova interface gráfica do Windows ou funcionalidade.

Agora em 01/Dezembro saiu uma nova versão Preview e documentação do Honolulu e já está bem maduro e com arquitetura final definida.

O que é o projeto Honolulu?

É uma nova interface de GERENCIAMENTO para Windows Server.

Não se trata de uma substituição do Server Manager do Windows 2012/2016 e sim uma interface baseada em novos protocolos para acesso e facilidade de uso, alem da capilaridade no gerenciamento.

Quais as vantagens do Honolulu sobre o Server Manager?

O Server Manager é uma ferramenta muito boa, mas é baseada em protocolos locais (RPC, WinRM e outros) alem de ser baseada em uma GUI que precisa ser instalada.

O Honolulu é 100% baseado em web para acesso aos dados e utiliza WinRM, WMI e PowerShell para administração dos servidores.

Com o Honolulu é possivel fazer coisas que o Server Manager não faz, como executar scripts, Windows Update, administrar e monitorar VMs, etc.

Por outro lado, o Honolulu não administra tantos serviços como o Server Manager, como por exemplo File Server, DHCP, DNS, etc que continuam a ser administrados pelas ferramentas MMC.

Como instalar o Honolulu?

A instalação é muito simples, mas é preciso definir a arquitetura.

Basicamente podemos utilizar instalado em um unico servidor e vincular os outros na administração como nós, ou então instalar um servidor como Gateway para acessar os outros e facilitar o trafego quando temos muitos servidores em um farm:

deployment

Em geral para estas ferramentas o ideal é criar um servidor com pouca memoria e poder de processamento (na figura o segundo modelo) para não onerar servidores com outras funções, já que ele cria um serviço para o Honolulu:

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Para baixar o Honolulu, como ainda é um Preview é necessário usar a página de avaliaçoes de produtos Windows Server em https://www.microsoft.com/en-us/evalcenter/evaluate-windows-server-honolulu

Como administrar um servidor com o Honolulu?

Vamos as telas básicas. Primeiro inserimos um servidor na lista e a partir dai é possivel por qualquer navegador ver os gráficos de uso, configurar itens, fazer conexão remota, executar comandos PowerShell, etc.

Primeiro, vamos adicionar novos servidores, clusters ou até Windows 10 Client:

capture20180108103235350

Na sequencia basta indicar o usuário e escolher o servidor/cluster que deseja visualizar:

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O nivel de detalhes aborda desde os itens de HW até gráficos detalhados para cada um dos itens vituais do servidor/cliente que está sendo monitorado:

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Mesmo alguns itens como discos fisicos, volumes e Storage Space já podem ser administrados no Honolulu:

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Uma feature interessante é poder administrar o Windows Update remotamente:

capture20180108104311080

O gerenciamento de VMs em um Hyper-V tambem é um dos destaques pelo nivel de detalhamento e a interface intuitiva:

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Finalizando, segue o link da documentação técnica do Honolulu: https://docs.microsoft.com/en-us/windows-server/manage/honolulu/honolulu

Posted: jan 08 2018, 18:49 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Azure Stack 1-Entenda a solução

Agora já disponivel na maior parte dos paises do mundo onde a Microsoft possui Datacenters, o Azure Stack passou a ser um tema constante.

Mas primeiro é preciso entender o foco e composição da solução.

Como é composto?

O Azure Stack é um rack de servidores com tamanhos e configuraçoes pre-determinados, hoje disponivel pela Dell, HP, Lenovo e Cisco.

image

O HW de cada fabricante foi homologado e padronizado, o que garante updates diretamente do Azure Stack tanto para o software quanto para hardware.

Isso quer dizer que não posso utilizar minhas próprias configurações?  Exatamente, para garantir que o sistema fique atualizado e a hiperconvergencia funcione os drivers tem que ser homologados e testados.

É importante entender que todo o Azure Stack é baseado no modelo de hiperconvergencia, ou seja são utilizadas as tecnologias de SDN (Software Defined Network) e SDS (Software Defined Storage) ou SDx em geral como são chamadas.

Ou seja, não existe um storage dedicado. Cada servidor possui uma parte de discos SAS de 15k e discos SSD, com o Storage Space Direct (S2D) habilitado. Isso permite que os servidores tenham seus armazenamentos somados ao compartilhar os volumes entre sí.

A garantia de dados com o S2D é garantida pela distribuição de dados entre os servidores, como já faz o vSAM da VMWare ou o Nutanix.

Para quem se destina?

Diferente do que muitos pensam, o Azure Stack não visa o cliente que acha o Microsoft Azure caro e sim os que tem limitações em relação a nuvens públicas.

Por exemplo, alguns cases no Ignite foram da Swisscom e a KPMG da Suécia.

A KPMG o cenário foi a legislação e a exigencia de alguns clientes que não queriam seus dados de auditoria disponiveis em nuvem pública por mais que tente se justificar a segurança do dado. A solução foi o Azure Stack onde a KPMG teria os mesmos serviços utilizados por outras filiais no mundo, mas on-premisse.

Já o case da Swisscom foi o de ser um Datacenter local, já que o Azure não tem um DC no pais. Assim, aqueles clientes que querem utilizar serviços de nuvem pública podem utilizar a nuvem privada do Azure Stack para hospedar seus serviços localmente.

Ou seja, os principais clientes são, entre outros:

  • Paises onde existem restrições legais quanto a armazenar dados em outros paises
  • Datacenters interessados em fornecer serviços a seu usuário a mesma interface do Azure, mas localmente, por exemplo no Brasil só temos um DC Microsoft Azure e um provedor tradicional poderia usar o Azure Stack como ponto de Avaliability Group
  • Empresas com alto uso de recursos computacionais baseados em IaaS e que possuem Datacenter próprios
  • Empresas com tradição on-premisse que não querem ver seus dados fora do ambiente, mas desejam utilizar o modelo de Cloud Publica “in-loco” com facil manutenção e suporte de alto nivel

E aquele cliente que acha o Azure caro, vale a pena usar o Stack?   Na ponta do lapis não, pois precisamos lembrar que é um rack e precisa de refrigeração, energia, piso elevado e todos os outros custos envolvidos em um DC fisico.

Quanto custa o Azure Stack?

Primeiro é necessário ver o custo do Hardware que pode ser vendido diferente por cada um dos atuais 4 fabricantes.

Por exemplo no caso da Dell as configuraçoes começam em 4 servidores de 20 CORE e 4.1TB, podendo chegar a doze servidores por rack, sendo a capacidade máxima de 4 Racks com 12 servidores cada um.

Alem disso, temos os servidores Low, Mid e High profille, onde um rack com os 12 servidores High Profile a capacidade é 336 Core, 6.1TB RAM, 138TB cache, 1.2PB de disco!!!!

Agora vamos falar do custo de Software. É importante lembrar que o Azure Stack não tem custo de software, ou seja ele é bilhetado como um serviço, que inclui:

  • Atualizações do Software Stack
  • Atualizaçoes de Drivers e componentes lógicos
  • Disponibilização e pré-configuração dos componentes e templates
  • Suporte Microsoft do Azure é o mesmo que atende Azure Stack

Ou seja, o Azure Stack tem um custo pelo consumo, não com licenciamento, na modalidade “Pay-As-You-Use”, baseado na tabela abaixo:

image

Referencia: https://azure.microsoft.com/pt-br/overview/azure-stack/how-to-buy/

Baseado nisso, temos como exemplo uma VM A2 que custa U$ 130/mês no Microsoft Azure, no Azure Stack sai por U$ 40/mês.

Claro que deve-se incluir no TCO a infra do Datacenter, garantia e suporte do HW, administração e energia elétrica que no Microsoft Azure não temos.

Mesmo assim, grandes ambientes que já contam com Datacenter a opção passa a ser vantajosa por já incluir muitos destes custos embutidos.

E se o cliente não quiser pagar por consumo?

Tambem é possivel adquirir o custo por CORE, mas pessoalmente não vejo vantagem pois o custo aumenta pelos seguintes motivos:

  • No modelo variável “Pay-As-You-Use” a escalabilidade tambem reflete no preço quando diminuir a carga
  • No modelo desconectado é necessário pagar em separado o licenciamento de Windows e SQL que no modelo “Pay-As-You-Use” está embutido
  • No modelo desconectado o pagamento é anual e upfront

Img2

Todos os Serviços do Azure Estão Disponiveis no Azure Stack?

Ainda não. Como pode-se ver na tabela de preços os mais importantes sim.

Por exemplo, alguns tipos de VMs como G não poderiam rodar no Stack e o mesmo com alguns serviços de alta capacidade como Machine Learning e Cognitive Services.

É possivel criar planos e juntar diferentes soluções para criar workloads complexos, como documentado em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-stack/azure-stack-offer-services-overview

Conclusão

Azure se tornou o principal produto da Microsoft e com o Stack a integração entre as nuvens pública e privada realmente se torna uma experiencia unica!

Acesse o link da documentação e saiba detalhes do produto: https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-stack/

Disponivel para Compra o Azure Reserved Instance

Em um post no inicio do mês comentamos sobre o Azure Reserved Instance em http://www.marcelosincic.com.br/post/Reducao-de-Custos-com-Azure-Reserved-Instance.aspx

Agora já está disponivel para compra e tambem na calculadora do Azure (Azure Pricing Calculator) para estimar a economia tanto apenas a VM quanto com o AHUB.

Para relembrar, o AHUB é o recurso que permite economia por utilizar as licenças já adquiridas que tenha Software Assurance http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-Convertendo-Licenciamento-para-Azure.aspx

Utilizando a Calculadora

Acesse a calculadora de custos do Azure e ao acrescentar uma VM verá a opção de incluir o AHUB e tambem o RI de 1 ou 3 anos.

Abaixo seguem as imagens demonstrando como escolher e a redução possivel onde de $102 para uma VM normal, caimos para $58 em uma VM RI de 3 anos e juntando o AHUB para U$ 24!!!!!

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E por ultimo com a opção de AHUB:

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Comprando Reserved Instance no Portal do Azure

A compra do RI pelo portal exige que primeiro seja ativada a oferta na assinatura.

É importante que assinaturas de beneficio MSDN ou EA Dev/test não possuem o RI pois já tem um custo de 40 a 60% menor nas VMs.

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Resumindo: Agora podemos ter uma VM com mais de 80% de desconto juntando as ofertas de RI e AHUB!!!

Posted: nov 20 2017, 13:21 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Azure | Microsoft Azure

Palestra Azure Stack Porto Alegre

Estamos as vesperas do lançamento mundial do Azure Stack.

Essa semana tive o privilégio de falar sobre ele em uma conferencia em Porto Alegre.

Agradecemos ao apoio dos organizadores e o interesse dos participantes.

Evento Dell 07-11-2017

Palestra Windows Server 2016, Containers, Hiperconvergencia e Azure Stack em Volta Redonda

No dia 27/10 usamos o anfiteatro da CSN para falarmos sobre novas tecnologias, entre elas Container e Azure Stack.

Para quem quiser a apresentação, segue em PDF.

Obrigado CSN por ceder o espaço!

Evento CSN 27-10-17 (1)Evento CSN 27-10-17 (1)Evento CSN 27-10-17 (2)Evento CSN 27-10-17 (3)Evento CSN 27-10-17 (4)


Apresentação: 
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System Center Technical Preview (vNext) – Features Removidas

Já a algum tempo que temos disponíveis para download as versões preview do System Center, e uma pergunta que em enviam com freqüência é sobre o SCCM e o AppController.

Onde está o SCCM TP?

Primeiro tratamos do Configuration Manager (SCCM). Apesar de fazer parte da família (suite) de produtos System Center, o SCCM é tratado por um grupo separado. Enquanto o grupo de Program Managers de CDM (Cloud and Datacenter Management) cuida da inteira suite, o SCCM está debaixo do grupo de Enterprise Client Management já que está mais ligado a camada cliente do que servidores e operações de TI como os outros produtos.

Sendo assim, o SCCM não está ainda disponível na versão Technical Preview.

AppController

Agora vamos falar do AppController. Esta ferramenta é uma que particularmente eu gostava muito (http://www.marcelosincic.com.br/search.aspx?q=appcontroller), pois integra a administração do ambiente privado (via VMM) com o ambiente público no Azure, permitindo utilizar os mesmos templates e uma única ferramenta administrativa.

Na versão vNext do System Center ele será descontinuado, e o motivo é que poucas empresas utilizaram o AppController para gerenciar ambientes híbridos, usando o AppController como portal de auto-atendimento.

Com o lançamento do Windows Azure Pack (WAP), os principais clientes do AppController passaram a ter uma ferramenta de auto-atendimento muito mais robusta e completa para IaaS, PaaS e SaaS (AppController só fornecia IaaS).

Server App-V

Abordei esta ferramenta no passado (http://www.marcelosincic.com.br/post/Virtualizacao-de-Aplicacoes-de-Servidores-com-o-Server-App-V-do-VMM-2012.aspx) e sua funcionalidade sempre foi pouco utilizada.

Com a telemetria de uso e pesquisas da Microsoft constatou-se que os clientes utilizam muito mais templates com as aplicações e softwares instalado do que o seqüenciamento de aplicações/serviços.

Baseado neste baixo uso e duplicidade de maneiras de embutir aplicações, a Microsoft decidiu pelo mais econômico que é descontinuar o desenvolvimento.

Outras Remoções

Existem ainda alguns outros itens, mas são menos relevantes e óbvios, como por exemplo, versões mais antigas de vCenter e Xen.

Todas as remoções estão disponíveis em https://technet.microsoft.com/en-us/library/dn806370.aspx

Virtualização de Aplicações de Servidores com o Server App-V do VMM 2012

Neste artigo irei abordar a criação dos pacotes de aplicações virtualizadas. Este recurso é essencial para automatizar a criação de serviços como abordado no artigo anterior disponível em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-o-VMM-2012-para-criar-camadas-de-servicos-com-o-Windows-2012-na-nuvem-privada.aspx

Entendendo Aplicações Virtualizadas

O recurso da virtualização de aplicações nada mais é do que um processo onde é capturada toda a atividade durante a instalação de um software seja chaves de registro, arquivos, configurações e atalhos.

O diagrama abaixo nos dá uma visão de como o processo funciona e irei abordar cada parte da criação do pacote neste artigo.

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Instalando o Server Application Virtualization Sequencer

O Server App-V faz parte do VMM 2012 e pode ser encontrado na mídia de instalação no diretório D:\SAV\amd64 com o nome de SeqSetup.exe:

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Após executar o instalador será gerado um atalho no menu iniciar para chamar o Server Application Virtulization Sequencer, que chamamos de Server App-V ou apenas SAV, e ao executá-lo terá acesso as suas funções principais que consistem em criar ou editar pacotes:

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Virtualizando um Aplicação

Ao escolher a opção de criar um novo pacote será conduzido por um wizard muito simples, mas que exige certos cuidados.

O primeiro passo é escolher o executável que será utilizado para instalar a aplicação:

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Na sequencia indique o nome que será dado ao pacote e o diretório onde ele será gerado:

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O wizard irá executar o instalador indicado, com um aviso muito importante: O diretório definido para a aplicação tem que ser o mesmo criado no passo anterior no disco Q:

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Importante: Se escolher um diretório diferente do indicado no primeiro passo (criação do pacote) os arquivos da aplicação não estarão no pacote, comprometendo a execução.

Ao terminar a instalação da aplicação é importante que você não a execute até que termine o wizard, clicando em Finished:

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Neste momento o SAV irá procurar as alterações em arquivos e registro que a aplicação tenha realizado, podendo ser um processo rápido (2 minutos) ou lento (até 1 hora) dependendo do que será coletado e o tamanho do disco:

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Agora sim é o momento de executar a aplicação e fazer customizações, uma vez que o SAV já inventariou alterações feitas pelo instalador:

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No meu exemplo, configurei o tema da aplicação e o fechei. Automaticamente o wizard detectou o fechamento da aplicação e indica que foram capturada as informações:

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Assim, o pacote está criado e o wizard mostra a mensagem de sucesso:

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Ao clicar em Close será aberto automaticamente o editor de pacotes, que também pode ser executado no menu inicial do SAV, para que você valide o que será instalado. Nesse passo é importante olhar com cuidado o que foi coletado para evitar conflitos entre diferentes versões de sistemas operacionais ou outros aplicativos.

Ao terminar a edição, salve o pacote. Neste caso não é só criado o pacote mas também os arquivos de projeto do SAV no diretório indicado:

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Editando Pacotes

A edição de pacotes é realizada no final de um sequenciamento ou pelo menu inicial do SAV que está no tópico anterior e consiste em abrir o arquivo SPRJ criado.

Como comentado acima, é importante lembrar de verificar em detalhes o pacote e evitar que cause problemas ao ser instalado em um servidor, uma vez que o editar permite alterar, deletar e incluir novos itens:

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Criando um Perfil de Aplicação

Para aplicar um pacote em um Service Template ou VM Template podemos criar um perfil incluindo uma ou várias aplicações. Para criar o perfil de aplicações utilize o menu corresponde em Library do VMM

Indique quais sistemas operacionais são suportados pela aplicação e inclua o pacote criado dentro de Applications:

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Importante: Para a aplicação aparecer na lista acima, o diretório criado pelo sequenciador precisa ser copiado no Library do VMM 2012:

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Incluindo uma Aplicação Virtualizada em um Template

Como já comentado a aplicação pode ser incluída em um Service Template como também comentado no artigo sobre os modelos de serviço.

Para isso clique na área Add Application do template e selecione o perfil ou mesmo a aplicação diretamente:

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Pronto!!!! A aplicação está vinculada a VM que será instanciada pelo Service Template:

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