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Gartner libera novo quadrante de Hypervisors x86

O Gartner liberou no meio do mês passado o novo quadrante de hypervisors x86.
Em relação ao quadrante anterior se destaca o distanciamento entre o VMWare e Hyper-V em relação aos outros produtos
 
No caso da suíte Microsoft o Gartner destaca a integração do System Center com o Hyper-V e Azure para nuvens híbridas, alem de reconhecer que o System Center tem funcionalidades superiores em relação a gerenciamento do ambiente de TI como um todo.
 

Hypervisors Jul-2015

Novo ebook Gratuito Sobre Data Protection Manager (DPM)

A Microsoft divulgou semana passada um interessante livro para quem quer utilizar o Azure junto com o System Center Data Protection Manager como ferramenta de Backup.

Capturar2

O livro trata dos conceitos basicos do DPM e se aprofunda na integração com o Microsoft Azure, alem de conceitos básicos de proteção de dados e outras plataformas.

Capturar

Para baixar o livro pode-se usar o link do blog em http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2015/06/15/free-ebook-microsoft-system-center-data-protection-for-the-hybrid-cloud.aspx

Tambem é possivel ver todos os livros gratuitos da Microsoft em http://www.microsoftvirtualacademy.com/ebooks#9780735695832

System Center Virtual Machine Manager 2016 TP2 Integrado com Azure

Uma das novidades do System Center Technical Preview 2 é no Virtual Machine Manager que agora integra as VMs que você tem no Azure, o que nos deixaria orfão com o fim do AppController.

Para isso basta ir no console em Azure Subscriptions e inserir as assinaturas.

Para encontrar as assinaturas no painel web do Azure e copiar o ID da assinatura e baixar o certificado de gerenciamento que fica na aba de settings, como a imagem abaixo:

VMMAzure-3

Multiplas assinaturas podem ser adicionadas no VMM:

VMMAzure-1

Automaticamente o VMM irá popular a lista das VMs de cada assinatura, integrando a visualização:

VMMAzure-2

A partir da integração é possivel gerar relatórios, ver as configurações, iniciar e parar VMs e automatizar com Orchestrator.

Ainda existem limitações, por exemplo não é possivel criar VMs no console do VMM o que espero ser possivel quando houver o lançamento do System Center 2016.

MVP V-Conf – Evento Online de MVPs

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A Microsoft está organizando um evento virtual com MVPs em vários lugares do mundo, e o Brasil foi um dos escolhidos.

A data do evento no Brasil será a mesma dos outros países do mundo, dias 14 e 15 de Maio, detalhes em http://mvp.microsoft.com/en-us/virtualconference.aspx

A inscrição pode ser feita pelo link: http://aka.ms/mvpvirtualconference2015

No link http://mvp.microsoft.com/en-us/virtualconference-sessions.aspx#Brazil é possivel ver a grade completa das palestras em portugues, feitas por MVPs brasileiros.

Junto com o Vidal teremos duas palestras e convidamos todos a participar!

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System Center Technical Preview (vNext) – Features Removidas

Já a algum tempo que temos disponíveis para download as versões preview do System Center, e uma pergunta que em enviam com freqüência é sobre o SCCM e o AppController.

Onde está o SCCM TP?

Primeiro tratamos do Configuration Manager (SCCM). Apesar de fazer parte da família (suite) de produtos System Center, o SCCM é tratado por um grupo separado. Enquanto o grupo de Program Managers de CDM (Cloud and Datacenter Management) cuida da inteira suite, o SCCM está debaixo do grupo de Enterprise Client Management já que está mais ligado a camada cliente do que servidores e operações de TI como os outros produtos.

Sendo assim, o SCCM não está ainda disponível na versão Technical Preview.

AppController

Agora vamos falar do AppController. Esta ferramenta é uma que particularmente eu gostava muito (http://www.marcelosincic.com.br/search.aspx?q=appcontroller), pois integra a administração do ambiente privado (via VMM) com o ambiente público no Azure, permitindo utilizar os mesmos templates e uma única ferramenta administrativa.

Na versão vNext do System Center ele será descontinuado, e o motivo é que poucas empresas utilizaram o AppController para gerenciar ambientes híbridos, usando o AppController como portal de auto-atendimento.

Com o lançamento do Windows Azure Pack (WAP), os principais clientes do AppController passaram a ter uma ferramenta de auto-atendimento muito mais robusta e completa para IaaS, PaaS e SaaS (AppController só fornecia IaaS).

Server App-V

Abordei esta ferramenta no passado (http://www.marcelosincic.com.br/post/Virtualizacao-de-Aplicacoes-de-Servidores-com-o-Server-App-V-do-VMM-2012.aspx) e sua funcionalidade sempre foi pouco utilizada.

Com a telemetria de uso e pesquisas da Microsoft constatou-se que os clientes utilizam muito mais templates com as aplicações e softwares instalado do que o seqüenciamento de aplicações/serviços.

Baseado neste baixo uso e duplicidade de maneiras de embutir aplicações, a Microsoft decidiu pelo mais econômico que é descontinuar o desenvolvimento.

Outras Remoções

Existem ainda alguns outros itens, mas são menos relevantes e óbvios, como por exemplo, versões mais antigas de vCenter e Xen.

Todas as remoções estão disponíveis em https://technet.microsoft.com/en-us/library/dn806370.aspx

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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'windows 8 server'
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Microsoft Assessment and Deployment Kit–Novo Pacote WAIK

A maioria dos profissionais de TI que utilizam Microsoft já usou o ACT para fazer assessment e inventário de ambientes, MDT para distribuir imagens pela rede utilizando PXE, USMT para fazer a migração de perfis com o LoadState e ScanState e outras funcionalidades que eram distribuidas entre o ACT e o WAIK.

Agora com o lançamento das versões Beta do Windows 8 Client e Server a Microsoft criou o novo WAIK que leva o nome de Microsoft ADK ou Assessment and Deployment Kit.

Como o proprio nome diz a principal alteração foi a unificação das ferramentas em um unico gerenciador de instalação, que antes era dividido em 3 diferentes downloads necessários (ACT, WAIK e SQL Server Express).

A instalação pode ser feita de duas maneiras com o instalador, disponivel no link http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?displaylang=en&id=28997

  1. Instalação online onde baixamos o instalador, escolhemos as ferramentas e o download é feito conforme a necessidade ou
  2. Instalação offline onde baixamos todos os instaladores para um diretório especifico e podemos fazer a instalação sem a necessidade de conexão com internet.

Instalação Online

Esta instalação é boa para ambientes onde iremos instalar uma unica vez com menor uso de link de internet pois a instalação e download ocorre apenas das features selecionadas, como mostra a imagem abaixo:

ADKToolkit

Note que apesar de termos uso de 3,8 GB isso não quer dizer que o download seja total, já que são baixados os instaladores que depois serão expandidos e gerados dados de cada um, mas o uso de link é considerável.

Instalação Offline

A instalação offline é muito melhor para quem irá fazer um download noturno para proceder com a instalação posteriormente e para quem irá utilizar o pacote outras vezes.

A donwload é selecionado na primeira tela do ADK onde escolhemos a opção offline e depois selecionamos o diretório onde será copiados os arquivos baixados, como a imagem abaixo:

ADK Offline

Note que neste caso o espaço necessário representa o total de downloads, já que estamos baixando os arquivos de instalação.

Neste caso foi selecionado todas as ferramentas como na imagem anteriormente mostradas das funcionalidades, mas é possivel escolher apenas as desejadas.

Será criada a estrutura de arquivos abaixo, onde o adksetup.exe é o instalador das funcionalides, como mostra imagen abaixo:

image

Ao chamar o executável de instalação offline será solicitado o diretório onde deverá ser feita a instalação, aceitação do contrato e seleção das funcionalidades a serem instaladas, sendo que já irá estar previamente selecionado os pacotes que foram anteriormente baixados.

Nos próximos dias estarei testando as ferramentas do AIK e postando aqui as novas funcionalidades e usos desta importante ferramenta para migração de Winodws XP para Windows 7.

Posted: mar 26 2012, 10:54 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Executando o Windows 8 Client e Server no VMWare WK e VirtualBox

Hoje a Microsoft disponibilizou a versão Consumer Preview do Windows 8 Client e a Beta do Windows Server 8 que são as versões publicas e com as funcionalidades finais que a Microsoft pretende no produto, diferente das versões Preview anteriores que não tinham a definição exata das funcionalidades.

Para o Windows 8 Client já está pronto uma série completa em Springboard Series for Windows 8 on TechNet

Para Windows Server 8 Beta http://www.microsoft.com/en-us/server-cloud/windows-server/v8-default.aspx

Já li sobre vários que não conseguiram fazer VM no VMWare Workstation ou VirtualBox, mas o erro geralmente consistem em não habilitar o 3D que é obrigatório para o Windows 8.

Veja abaixo a configuração que deve ser ativada e a VM com Windows 8 em execução para o VMWare Workstation 8

Windows8-VMK

Para fazer o mesmo com o VirtualBox ative a configuração de 2D, 3D e coloque 128 MB de memória para video:

Windows8-VBOX

Baixe as novas versões e aproveite esta nova oportunidade de conhecer o que virá em pouco tempo.

Posted: fev 29 2012, 21:01 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Filed under: Windows | Windows 8

Interface Core e Sistema de Arquivos do Windows 8 Server

Duas novas informações vindas do time do Windows 8 Server são interessantes, uma pela consolidação e mudança na interface e outra por ser uma “novidade” que já era esperada desde o Longhorn (Windows 2008 RTM).

Interface Core

Essa mudança é significativa, apesar de não ser nova por já estar presente no Windows 2008 R2. Porem agora a interface Server Core será o padrão ao invés da interface completa em servidores Windows 8.

Com essa alteração vemos como está sendo bem aceito e fundamentado pelos clientes o uso de um SO Windows com menor consumo de memória (512 Kb no Core contra 1.5 GB com a interface gráfica).

Mas adicionalmente foi acrescentada a possibilidade de alterar entre o modo GUI e o Core, o que hoje não é possivel no Windows 2008 R2. Isso permitirá, inclusive é destacado no anúncio, que um administrador poderá instalar a interface gráfica para configurar o servidor e após terminar retornar para o modo Core, o que será muito bom para os que conhecem pouco de PowerShell.

Referencia http://blogs.technet.com/b/server-cloud/archive/2012/01/11/windows-server-8-server-applications-and-the-minimal-server-interface.aspx

Novo Sistema de Arquivos ReFS

Desde o Longhorn que se falava de um sistema de arquivos baseados em banco de dados e que foi testado e tinha o code name WinFS. Porem o modelo de banco de dados não é como o de arquivos por diversos motivos, mas principalmente na forma de armazenar dados que difere em muito documentos.

Já ouvi muitas vezes pessoas dizendo que o SharePoint guarda arquivos em banco de dados, porem são dados em formatos estruturados e não binários desestruturados como é o caso de um disco. Por exemplo, um doc/gif/jpeg/pdf tem inicio e fim na clusterização do arquivo com conteudo definido pela aplicação, enquanto em um sistema de arquivos como o NTFS guarda dados de criptografia para cada arquivo e dados desestruturados como é o caso do Shadow Copy (VSS).

O que o ReFS irá agregar de conceitos de banco de dados não é o formato BLOB ou CLOB de armazenamento, mas sim a estruturação do sistema de arquivos.

Isso é fácil de se entender quando pensamos que no NTFS original guardava-se os metadados do arquivo em uma “tabela” onde havia data de criação, nome e outros dados comuns, que seram vinculados as listas de permissões ACL/ACE com o “ID” do arquivo. Com o passar do tempo e as evoluções surgiram muitas outras tabelas como criptografia, compressão, BitLocker, Shadow Copy, etc. Com isso o NTFS acabou se dissipando em uma série de “tabelas” que tratam de determinado metadado. Imagine um disco onde o NTFS esteja com criptografia e VSS habilitado quantas diferentes informações estarão espalhadas entre as diversas tabelas especificas de cada recurso.

Já no ReFS será utilizado o conteudo de chave primária para um arquivo e apenas um ID e as tabelas serão unificadas com o conceito de “Key Value” comum em aplicações que utilizam matriz (array) como .NET e Java.

Abaixo é possivel ver um exemplo que o time de produto divulgou onde a tabela de alocação contem apenas o ID e a referencia dos blocos fisicos no disco, uma tabela contem os metadados basicos do arquivo e outra todos os “Key Values” juntos.

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O conceito de “Key Value” é muito util pois podemos representar qualquer informação adicional sem a necessidade de criar tabelas em separado. Veja o exemplo abaixo, claro que teórico de como representar a melhora.

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Note que no modelo NTFS temos uma “tabela” que representa apenas a criptografia e para cada agente de recuperação repete-se os dados. Multiplique isso por cada tipo de informação que um arquivo armazena no NTFS.

Em modelo baseado em estruturas de tabelas todas as informações estão em um unico lugar baseada no código do “Key” e o valor guarda os detalhes daquela informação, reduzindo o numero de tabelas para controle.

Isso irá reduzir a superficie de falhas por não serem x tabelas (ou blocos) para guardar e recuperar os dados, sendo mais simples ao SO juntar as informações e manter os backups (réplicas) atualizadas.

Nota: Não será possivel converter o sistema de arquivos, será necessário mover e reformatar.

Referencia http://blogs.msdn.com/b/b8/archive/2012/01/16/building-the-next-generation-file-system-for-windows-refs.aspx

Posted: jan 17 2012, 11:50 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Windows 2012 | Windows 8
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